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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/2338</link>
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    <pubDate>Sat, 29 Aug 2026 07:20:54 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-29T07:20:54Z</dc:date>
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      <title>Quadrante: uma trajetória consolidada rumo a horizontes globais</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/5044</link>
      <description>Title: Quadrante: uma trajetória consolidada rumo a horizontes globais
Authors: Jacinto, Hélia; Blanco, Teresa F.; Carreira, Susana; Barbosa, Ana</description>
      <pubDate>Thu, 01 Jan 2026 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11960/5044</guid>
      <dc:date>2026-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>"A luz que não se vê" - entrevista ao diretor de fotografia Rui Poças</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/4919</link>
      <description>Title: "A luz que não se vê" - entrevista ao diretor de fotografia Rui Poças
Authors: Rato, Raquel
Abstract: A entrevista aqui apresentada foi realizada em Portugal, por videoconferência, no dia&#xD;
19 de janeiro de 2025. Ao tomar conhecimento da chamada para o dossiê "Direção de&#xD;
Fotografia em Audiovisualidades Latino-Americanas" desta revista, e considerando a&#xD;
trajetória do diretor de fotografia Rui Poças, entrei em contato para verificar o seu interesse&#xD;
e da disponibilidade para uma entrevista. Ele aceitou de imediato, e ficou decidido que o tema&#xD;
central a tratar seria o filme Zama (2017)2, de Lucrecia Martel3. O objetivo da entrevista é&#xD;
explorar o processo criativo e técnico de Rui Poças, desde a leitura do guião até à realização&#xD;
do filme, e compreender a abordagem de Lucrecia Martel na construção imagética de Zama.&#xD;
Rui Poças é português, nascido no Porto, considerado por alguns um dos melhores&#xD;
diretores de fotografia mundial. Começou sua carreira no género documental e mais tarde em&#xD;
ficção. Estudou Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, e em 1994&#xD;
frequentou o Curso Avançado de Cinema da New York Film Academy. Estreou-se no cinema como diretor de fotografia em 1991 e já assinou a direção de fotografia de diversas longasmetragens&#xD;
premiadas tais como: Morrer Como Um Homem (2009), Tabu (2012), O Ornitólogo&#xD;
(2016), Deserto (2017), Zama (2017), As Boas Maneiras (2018), Severina (2018), Ferrugem&#xD;
(2018), Frankie (2019) e, mais recentemente, Grand Tour (2024).&#xD;
Zama, de Lucrecia Martel, estreou-se no 74.º Festival Internacional de Cinema de&#xD;
Veneza, garantindo a Rui Poças uma nomeação e o reconhecimento como runner-up dos&#xD;
International Cinephile Society Awards, entre nomes como Alfonso Cuarón e Lukasz Zal.&#xD;
Ganhou em 2019 os importantes prémios internacionais, tal como Fenix do cinema iberoamericano&#xD;
e Platino pelo seu trabalho como diretor de fotografia. Rui Poças, é membro da&#xD;
AIP, Associação de Imagem Portuguesa e da ABC – Associação Brasileira de Cinematografia.</description>
      <pubDate>Wed, 01 Jan 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11960/4919</guid>
      <dc:date>2025-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>"O que são sons?" – Dados sobre a competência metafonológica de futuros professores</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/4842</link>
      <description>Title: "O que são sons?" – Dados sobre a competência metafonológica de futuros professores
Authors: Amorim, Clara; Castelo, Adelina
Abstract: Este estudo investiga os níveis de desempenho de estudantes em cursos de formação de professores em tarefas de consciência fonológica, com o objetivo de identificar lacunas na formação inicial de professores no domínio da Fonologia. A amostra inclui 98 estudantes de licenciatura e mestrado, que responderam a um questionário online com questões sobre consciência silábica, segmental, relação fonema-grafema e conhecimento fonológico explícito. Os resultados evidenciam limitações significativas no conhecimento metafonológico, nomeadamente na identificação de acento de palavra, sílabas, sons e rimas, bem como na explicação de fenómenos fonológicos, observando-se uma influência da ortografia nas respostas dos participantes e um desempenho ligeiramente superior entre os estudantes de mestrado. Estes resultados revelam a necessidade urgente de reforçar o ensino explícito da Fonologia na formação de professores.                                                                                   Abstract&#xD;
This study examines the performance of undergraduate and master’s students enrolled in teacher education&#xD;
programs on tasks assessing phonological awareness, with the goal of identifying gaps in initial teacher training&#xD;
in the field of Phonology. The sample comprises 98 students who completed an online questionnaire containing&#xD;
items on syllabic and phonemic awareness, phoneme–grapheme correspondence, and explicit phonological&#xD;
knowledge. The results indicate substantial limitations in metaphonological knowledge, particularly in the&#xD;
identification of word stress, syllables, sounds, and rhymes, as well as in the explicit explanation of phonological phenomena. Responses also suggest an influence of orthography, with master’s students performing slightly better overall. These findings highlight an urgent need to reinforce explicit instruction in Phonology within teacher education programs.</description>
      <pubDate>Fri, 17 Oct 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11960/4842</guid>
      <dc:date>2025-10-17T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Potenciar interações orais eficazes na sala de aula envolvendo os alunos em aprendizagens afetivas</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/4707</link>
      <description>Title: Potenciar interações orais eficazes na sala de aula envolvendo os alunos em aprendizagens afetivas
Authors: Monteiro, Carla F.
Abstract: A interação oral é fundamental na construção de ambientes de aprendizagem inclusivos e participativos. Partindo de uma perspetiva sociointeracionista, a  educação  deve  ser  relacional,  promovendo  a  partilha  de  responsabilidades entre professores e alunos. As práticas de ensino dialógicas favorecem o desenvolvimento da competência interacional, incentivando a autonomia, a reflexão crítica e o sentimento de pertença. Este artigo destaca a importância de promover interações eficazes em sala de aula, centrando-se na valorização da voz dos alunos. Neste âmbito, o instrumento SETT (Self-Evaluation of Teacher Talk), de Walsh, é apresentado como uma ferramenta estratégica para apoiar os professores na reflexão sobre as suas práticas interacionais, alinhando-as com os objetivos pedagógicos. São propostas estratégias que fomentam  ambientes  colaborativos,  escuta  ativa,  valorização  dos  conhecimentos  prévios,  autorregulação  e  desenvolvimento  comunicativo.  Considerando o impacto crescente das tecnologias digitais, discute-se também a necessidade de potenciar uma cultura dialógica em contextos virtuais. Conclui-se que a promoção de interações orais eficazes, aliada à reflexão contínua sobre a prática docente, é essencial para criar salas de aula mais equitativas e orientadas para o desenvolvimento integral dos estudantes. Assim, torna-se imperativo investir na formação contínua dos professores e adotar abordagens pedagógicas que incentivem a participação ativa dos alunos.                                       Abstract                                                                                                                                                   Oral  interaction  plays  a  key  role  in  creating  inclusive  and  participatory  learning  environments.  From  a  socio-interactionist  perspective,  education  should  be  relational,  encouraging  shared  responsibility  between  teachers  and  students.  Dialogic  teaching  practices  foster  interactional  competence,  promoting autonomy, critical thinking, and a sense of belonging. This article emphasizes the importance of effective classroom interaction, highlighting the value of student voice. In this context, Walsh’s SETT (Self-Evaluation of Teacher Talk) framework is introduced as a strategic tool to support teach-ers in reflecting on their interactional practices and aligning them with pedagogical  goals.  A  set  of  strategies  is  proposed  to  encourage  collaborative  learning  environments,  active  listening,  recognition  of  students’  prior  knowledge, self- and co-regulation, and communicative development. Given the increasing influence of digital technologies in education, the article also discusses the need to foster a dialogic culture in virtual learning spaces. It concludes  that  promoting  effective  oral  interaction,  combined  with  ongo-ing reflection on teaching practices, is essential for building more equitable classrooms focused on students’ holistic development. Therefore, investing in continuous teacher education and adopting pedagogical approaches that support active student participation is imperative for a more inclusive and meaningful teaching and learning process.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Dec 2025 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11960/4707</guid>
      <dc:date>2025-12-01T00:00:00Z</dc:date>
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