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    <title>DSpace Collection:</title>
    <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/2372</link>
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    <pubDate>Fri, 28 Aug 2026 00:56:57 GMT</pubDate>
    <dc:date>2026-08-28T00:56:57Z</dc:date>
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      <title>A Relação entre a espiritualidade e as perturbações do humor em doentes com esclerose múltipla</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/4488</link>
      <description>Title: A Relação entre a espiritualidade e as perturbações do humor em doentes com esclerose múltipla
Authors: Nascimento, Maria  Filomena Soares de Azevedo; Graça, Luís C.C
Abstract: Resumo: A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença crónica, incapacitante e imprevisível que origina problemas&#xD;
físicos, psíquicos e sociais, com impacto na vida dos doentes. As perturbações do humor surgem com&#xD;
frequência associadas à doença podendo a espiritualidade constituir uma relevante estratégia de coping. O&#xD;
principal objetivo deste estudo é analisar a relação entre a espiritualidade e as perturbações do humor em&#xD;
doentes com EM. A amostra é composta por pessoas com esclerose múltipla, que, depois de informadas, se&#xD;
disponibilizaram a participar no estudo. O instrumento de colheita de dados selecionado foi o questionário,&#xD;
sendo constituído por três partes: 1) caracterização sociodemográfica e da situação clínica; 2) Escala de&#xD;
Ansiedade, Depressão e Stress (EADS) de Pais-Ribeiro et al. (2004); 3) Daily Spiritual Experience Scale (DSES) de Underwood e Teresi (2002), validada em Portugal como Escala de Experiência Espiritual Quotidiana por Taranu (2011). Os resultados indicam que a idade dos participantes varia entre os 22 e os 70 anos, sendo o grupo mais representado o que varia entre os 35 e os 44 anos (37,3%), seguido pelo grupo etário que varia entre os 45 e os 54 anos (23,6%). Dos participantes, 70,8% pertencem ao sexo masculino, 34,8% são especialistas das profissões intelectuais e científicas, 19,3% pertence à categoria do pessoal administrativo e similares e 18,0% assumem-se como técnicos e profissionais de nível intermédio. Os resultados deste estudo demonstram ainda que 57% dos participantes assumem praticar algum culto ou prática religiosa. No que se refere à espiritualidade, na dimensão terrena, os scores variam entre 1 e 6, com média de 3,46 ± 1,29 e mediana 3,5. Os scores da dimensão divina também variam entre 1 e 6, com média de 3,8 ± 1,52 e mediana de 3,9. Quanto às perturbações do humor, 51,6% afirma já ter vivenciado episódios que envolvam ansiedade ou depressão ou stress. Por outro lado, 43,4% foram diagnosticados com mais que uma  perturbação do humor em simultâneo. Os scores apurados pela EADS para a ansiedade variam entre 0-20, com média de 5,81 ± 4,49 e mediana 5; para a depressão, os valores oscilam entre 0-20, com média de 5,82 ± 4,49 e de mediana 5, observando-se no stress um mínimo de 0 e um máximo de 18, com média de 8,44 ± 4,61 e mediana de 8. Os resultados indiciam que a espiritualidade, a par da rede de suporte social, pode constituir uma importante estratégia de coping, devendo ser objeto de intervenção dos profissionais.</description>
      <pubDate>Mon, 01 Jan 2024 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11960/4488</guid>
      <dc:date>2024-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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      <title>Dor e trabalho nas enfermeiras</title>
      <link>http://hdl.handle.net/20.500.11960/2880</link>
      <description>Title: Dor e trabalho nas enfermeiras
Authors: Freitas, Cristiana Filipa Fernandes; Freitas, Emília Soraia Fernandes; Peixoto, Margarida da Costa; Teixeira, Sara Rafaela Magalhães; Borlido, Vanessa Pinheiro; Araújo, Clara de Assis Coelho de; Graça, Luís C. C.
Abstract: Apôs revisão da literatura, verificamos necessidade de evidência referente à dor em Enfermeiros de Cuidados de Saúde Primários (CSP). A amostra constituída por 7 Enfermeiras dos CSP da região Norte. Foi aplicado, sob forma de entrevista semi-dirigida, o inquérito INSAT 2010 e realizada a análise de conteúdo.&#xD;
Os dados evidenciaram que as Enfermeiras apresentam qualidade de vida e saúde afetadas, devido a constrangimentos físicos, organizacionais e relacionais no ambiente de trabalho que podem, eventualmente, causar stresse, fadiga, sofrimento e dor.</description>
      <pubDate>Fri, 01 Jan 2016 00:00:00 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="false">http://hdl.handle.net/20.500.11960/2880</guid>
      <dc:date>2016-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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