Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11960/3106
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dc.contributor.authorRodriges, Ana Sofia-
dc.contributor.authorMourão, Maria Filipa-
dc.contributor.authorFaria, Carla-
dc.contributor.authorAmorim, Márcia-
dc.contributor.authorSilva, Olga-
dc.date.accessioned2023-01-11T10:34:30Z-
dc.date.available2023-01-11T10:34:30Z-
dc.date.issued2018-
dc.identifier.citationRodrigues, A. S., Mourão, M. F., Faria, C., Amorim, M., & Silva, O. (2018). Do ingresso ao abandono académico: caso Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Revista Forges, 5(1), 165-200. https://edicoes.aforges.org/index.php/revista/issue/view/2/2pt_PT
dc.identifier.issn2183-2722-
dc.identifier.urihttps://edicoes.aforges.org/index.php/revista/issue/view/2/2-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11960/3106-
dc.description.abstractA análise do abandono académico tem vindo a ganhar cada vez mais importância nos atuais sistemas de ensino em Portugal, quer pelos custos para o futuro dos estudantes, quer pelas implicações para as IES. O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC) preocupa-se com este problema e neste trabalho procura-se identificar, caracterizar e analisar os fatores que estão na origem do abandono de estudantes nesta instituição, utilizando dados recolhidos entre os anos letivos 2013/2014 e 2016/2017. Nos últimos quatro anos analisados, verifica-se uma tendência de redução no abandono no IPVC, de 16% em 2013/14 para 14% em 2016/17. Os resultados permitem concluir que o abandono académico ocorre, principalmente, no género masculino, entre os estudantes do 1º ano curricular, no caso dos CTeSP e licenciaturas, enquanto nos mestrados se observa, tendencialmente, no 2º ano curricular. Conclui-se, também, que, nas licenciaturas, o abandono é menor nos estu-dantes que ingressaram via 1ª fase CNA comparativamente às outras fases ou outros regimes de ingresso. Outro fator analisado foi a atribuição de bolsa aos estudantes e concluiu-se que a percentagem de bolseiros que abandona o ensino no IPVC é reduzida, cerca de 5%. Em contrapartida, verifica-se uma elevada taxa de abandono nos trabalhadores-estudantes, com cerca de 20% entre 2013/14 e 2015/16, verificando-se em 2016/17 uma redução para os 14% de abandono. Os cursos da área científica de Ciências da Saúde são os que apresentam a menor taxa de abandono. Recorrendo aos resultados do inquérito aos estudantes sobre a satisfação na qualidade do ensino, verifica-se que não existe correlação entre os índices de satisfação e o abandono académico. Em entrevista efetuada aos estudantes sinalizados como tendo abandonado o IPVC, as principais causas apontadas são problemas financeiros, condições pessoais, distância da residência, insucesso académico e insatisfação com o curso/instituição.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectDrop-Outpt_PT
dc.subjectEnsino Superiorpt_PT
dc.subjectQualidadept_PT
dc.subjectSatisfaçãopt_PT
dc.titleDo ingresso ao abandono académico : caso Instituto Politécnico de Viana do Castelopt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.date.updated2022-12-23T18:27:03Z-
dc.description.versionE51F-89A1-B769 | Carla Faria-
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.identifier.slugcv-prod-1465552-
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.firstPage165pt_PT
degois.publication.lastPage200pt_PT
degois.publication.volume5pt_PT
degois.publication.issue1pt_PT
degois.publication.titleRevista Forgespt_PT
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ESTG - Artigos não indexados

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