Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4846
Full metadata record
DC FieldValueLanguage
dc.contributor.authorAlves, Vera Mesquita-
dc.contributor.authorCerqueira, M. M.-
dc.date.accessioned2026-04-08T09:06:33Z-
dc.date.available2026-04-08T09:06:33Z-
dc.date.issued2024-12-18-
dc.identifier.citationAlves, V. M., & Cerqueira, M. M. (2024). Estratégias não farmacológicas na gestão de sintomas em cuidados paliativos, pelos enfermeiros. Revista de Investigação & Inovação Em Saúde, 7(3), 1–12. https://doi.org/10.37914/riis.v7i3.403pt_PT
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11960/4846-
dc.description.abstractEnquadramento: a esperança média de vida aumentou, exigindo aos profissionais de saúde novas competências no cuidar. Gerir sintomas em Cuidados Paliativos implica utilizar medidas farmacológicas e não farmacológicas, contribuindo para minimizar o sofrimento e preservar a dignidade. Questão de investigação: Quais as medidas não farmacológicas identificadas pelos enfermeiros na gestão de sintomas em Cuidados Paliativos? Objetivos: conhecer as medidas não farmacológicas identificadas pelos enfermeiros na gestão de sintomas em Cuidados Paliativos. Metodologia: paradigma qualitativo, exploratório-descritivo, entrevista semiestruturada a 10 enfermeiros de uma Unidade de Cuidados Paliativos. Efetuada análise de conteúdo segundo Bardin. Obtido Consentimento Informado, Livre e Esclarecido e parecer favorável da Comissão de Ética Para as Ciências da Vida e da Saúde. Resultados: as medidas não farmacológicas na gestão de sintomas têm a capacidade de promover o conforto da pessoa. Verificamos que a comunicação, as terapias complementares, a gestão ambiental, o envolvimento da família, o fornecimento de informação adequada à situação tem um papel central para a minimização do sofrimento. Conclusão: a comunicação verbal e não-verbal é entendida como uma estratégia na gestão de sintomas. As terapias complementares, o envolvimento da família e o conhecimento da pessoa doente são fundamentais para uma intervenção individualizada.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectCuidados paliativospt_PT
dc.subjectSintomaspt_PT
dc.subjectIntervenções não farmacológicaspt_PT
dc.subjectEnfermagempt_PT
dc.titleEstratégias não farmacológicas na gestão de sintomas em cuidados paliativos, pelos enfermeirospt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.date.updated2026-03-26T15:26:08Z-
dc.description.versionB717-6F15-41B8 | Maria Manuela Amorim Cerqueira Cerqueira-
dc.description.versionN/A-
dc.identifier.slugcv-prod-4590504-
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.firstPage1pt_PT
degois.publication.lastPage12pt_PT
degois.publication.volume7(3)pt_PT
degois.publication.titleRevista de Investigação & Inovação em Saúdept_PT
dc.identifier.doi10.37914/riis.v7i3.403-
Appears in Collections:ESS - Publicações indexadas a outros indexadores



Items in DSpace are protected by copyright, with all rights reserved, unless otherwise indicated.