Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4861
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dc.contributor.authorMarques, Albertina-
dc.contributor.authorSá, José-
dc.date.accessioned2026-04-08T11:58:04Z-
dc.date.available2026-04-08T11:58:04Z-
dc.date.issued2025-12-12-
dc.identifier.citationMarques, M. A. A., & Sá, J. A. F. T. M. (2025). A gestão da dor numa unidade de cuidados paliativos :intervenção do enfermeiro. RIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologia, 8, 532–545. https://doi.org/10.61415/riage.404pt_PT
dc.identifier.issn2795-5559-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11960/4861-
dc.description.abstractIntrodução - Os idosos são considerados os maiores beneficiários de cuidados paliativos. A finalidade destes cuidados é a redução do sofrimento. Sendo a dor o sintoma mais prevalente da pessoa em situação paliativa, considerou-se pertinente estudar a intervenção dos enfermeiros na gestão da dor. Definiu-se como objetivo: Caraterizar a gestão da dor da pessoa em situação paliativa efetuada por enfermeiros de uma unidade de cuidados paliativos. Métodos - Estudo exploratório-descritivo, documental. Recolha de dados: pesquisa documental de 34 processos clínicos de pessoas internadas numa Unidade de Cuidados Paliativos da Região Norte de Portugal. Tratamento de dados: análise de conteúdo e estatística descritiva. Resultados e discussão - Os principais resultados mostram que 68% das pessoas em situação paliativa internadas têm > 60 anos, revelando a prevalência das pessoas idosas com necessidade de cuidados paliativos. Os diagnósticos de enfermagem definidos, resumiu-se a “Dor Oncológica, Sim”. As intervenções prescritas são padronizadas e iguais para todas as pessoas, designadamente: “Monitorizar dor”; “Vigiar a dor”; “Promover conforto”; “Incentivar técnica de posicionamento antiálgico”. A monitorização da dor, executada em todos os turnos e SOS, circunscreveu-se à avaliação da intensidade com escala numérica da dor e só, esporadicamente, avaliadas outras caraterísticas, como a localização e tipo. As intervenções para alívio da dor centram-se em medidas farmacológicas. Os registos de enfermagem, revelam-se escassos face à quantidade/diversidade de intervenções executadas na gestão da dor. Conclusão - Em cuidados paliativos, o enfermeiro assume papel importante na gestão da dor exigindo-se cada vez mais competências específicas e sustentadas numa abordagem humanista.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectDorpt_PT
dc.subjectEnfermagempt_PT
dc.subjectCuidados paliativospt_PT
dc.titleA gestão da dor numa unidade de cuidados paliativos: intervenção do enfermeiropt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.date.updated2026-03-25T19:18:04Z-
dc.description.version171D-D343-B6D5 | Maria Albertina Álvaro Marques-
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.identifier.slugcv-prod-4623292-
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.firstPage532pt_PT
degois.publication.lastPage545pt_PT
degois.publication.volume8pt_PT
degois.publication.titleRIAGE - Revista Ibero-Americana de Gerontologiapt_PT
dc.identifier.doi10.61415/riage.404-
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