Please use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4919
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dc.contributor.authorRato, Raquel-
dc.date.accessioned2026-04-17T14:06:01Z-
dc.date.available2026-04-17T14:06:01Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationRato, R. (2025). "A luz que não se vê" - entrevista ao diretor de fotografia Rui Poças. Revista Cientí­fica / FAP, 32(1), 377-395. https://doi.org/10.33871/19805071.2025.32.1.10277pt_PT
dc.identifier.issn1980-5071-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11960/4919-
dc.description.abstractA entrevista aqui apresentada foi realizada em Portugal, por videoconferência, no dia 19 de janeiro de 2025. Ao tomar conhecimento da chamada para o dossiê "Direção de Fotografia em Audiovisualidades Latino-Americanas" desta revista, e considerando a trajetória do diretor de fotografia Rui Poças, entrei em contato para verificar o seu interesse e da disponibilidade para uma entrevista. Ele aceitou de imediato, e ficou decidido que o tema central a tratar seria o filme Zama (2017)2, de Lucrecia Martel3. O objetivo da entrevista é explorar o processo criativo e técnico de Rui Poças, desde a leitura do guião até à realização do filme, e compreender a abordagem de Lucrecia Martel na construção imagética de Zama. Rui Poças é português, nascido no Porto, considerado por alguns um dos melhores diretores de fotografia mundial. Começou sua carreira no género documental e mais tarde em ficção. Estudou Cinema na Escola Superior de Teatro e Cinema, em Lisboa, e em 1994 frequentou o Curso Avançado de Cinema da New York Film Academy. Estreou-se no cinema como diretor de fotografia em 1991 e já assinou a direção de fotografia de diversas longasmetragens premiadas tais como: Morrer Como Um Homem (2009), Tabu (2012), O Ornitólogo (2016), Deserto (2017), Zama (2017), As Boas Maneiras (2018), Severina (2018), Ferrugem (2018), Frankie (2019) e, mais recentemente, Grand Tour (2024). Zama, de Lucrecia Martel, estreou-se no 74.º Festival Internacional de Cinema de Veneza, garantindo a Rui Poças uma nomeação e o reconhecimento como runner-up dos International Cinephile Society Awards, entre nomes como Alfonso Cuarón e Lukasz Zal. Ganhou em 2019 os importantes prémios internacionais, tal como Fenix do cinema iberoamericano e Platino pelo seu trabalho como diretor de fotografia. Rui Poças, é membro da AIP, Associação de Imagem Portuguesa e da ABC – Associação Brasileira de Cinematografia.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherRevista Cientí­fica / FAPpt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.subjectRui Poçaspt_PT
dc.subjectDireção de Fotografiapt_PT
dc.subjectLucrecia Martelpt_PT
dc.subjectCinema Argentinopt_PT
dc.subjectZamapt_PT
dc.title"A luz que não se vê" - entrevista ao diretor de fotografia Rui Poçaspt_PT
dc.typearticlept_PT
dc.date.updated2026-04-08T14:34:22Z-
dc.description.version6E16-7F28-4BA2 | Maria Raquel Paulo Rato Alves-
dc.description.versioninfo:eu-repo/semantics/publishedVersion-
dc.identifier.slugcv-prod-4764878-
dc.relation.publisherversionhttps://periodicos.unespar.edu.br/revistacientifica/article/view/10277pt_PT
dc.peerreviewedyespt_PT
degois.publication.firstPage377pt_PT
degois.publication.lastPage395pt_PT
degois.publication.volume32pt_PT
degois.publication.issue1pt_PT
degois.publication.titleRevista Cientí­fica / FAPpt_PT
degois.publication.locationCuritiba, Brasilpt_PT
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.33871/19805071.2025.32.1.10277-
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