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http://hdl.handle.net/20.500.11960/4336| Título: | Transversalidade pedagógica: Portugal e Estados Unidos utópicos em contexto histórico. Experimentações e materializações |
| Autores: | Pereira, Marta |
| Palavras-chave: | Utopia Direitos Igualdade Abril Constituição Materialização |
| Data: | 2024 |
| Editora: | Centro de Investigação e Inovação em Educação (INED) Institutos Politécnicos de Coimbra, do Porto e de Viana do Castelo, |
| Citação: | Pereira, M. (2024). Transversalidade pedagógica: Portugal e Estados Unidos utópicos em contexto histórico. Experimentações e materializações. In G. Marques, L. Mota, L. A. Alves, M. Cachadinha, & S. V. Coelho (Coords.), História, Educação e(m) Liberdade: Contributos pedagógicos da Revolução dos Cravos (pp. 187-191). Centro de Investigação e Inovação em Educação (INED) Institutos Politécnicos de Coimbra, do Porto e de Viana do Castelo. http://hdl.handle.net/20.500.11960/4336 |
| Resumo: | Quando Edward Bellamy escreve “Looking Backward”, em pleno século XIX, lança – num dos mais improváveis países – temas fundamentais para a análise política e social do mundo em que vivemos. Para uma audiência da época, mas com um preâmbulo dirigido aos cidadãos do século XX, a obra – categorizada de utópica – desenha um futuro pensado como improvável. Na verdade, quando o protagonista acorda de um sono de aproximadamente 100 anos, depara-se com uma sociedade que não reconhece. Nela, prevalece o colectivo sobre o individual, os meios de produção são controlados pelos trabalhadores; não existe exploração do Homem pelo Homem; não existe guerra; não existe desigualdade entre géneros; não existe menosprezo pela cultura. Todos têm garantido acesso à educação. Sem encargos. A vida pessoal e familiar não é controlada pela vida profissional. O protagonista acorda para um sonho, por assim dizer. No entanto, o que esta comunicação pretende - tendo em conta os diferentes contextos (temporal, geográfico, cultural e ideológico) – é precisamente demonstrar que a utopia pode tornar-se real. Palpável. Chama-se assim à discussão a Constituição Portuguesa de 1976. Filha de Abril, cria da revolução, a Constituição prevê direitos, liberdades e garantias que, mesmo que de forma imberbe, podem ser encontradas em Bellamy. Nela, encontram-se inquestionáveis avanços políticos e sociais. Os seus Princípios Fundamentais defendem o país, o seu povo, a vida. Portugal é uma República soberana, baseada na dignidade da pessoa humana e na vontade popular e empenhada na construção de uma sociedade livre, justa e solidária. A utopia realiza-se. |
| URI: | http://hdl.handle.net/20.500.11960/4336 |
| ISBN: | 978-989-8756-56-5 |
| Aparece nas colecções: | ESE - Capítulo de livros |
Ficheiros deste registo:
| Ficheiro | Descrição | Tamanho | Formato | |
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