Utilize este identificador para referenciar este registo: http://hdl.handle.net/20.500.11960/4915
Registo completo
Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorVaz-Velho, Manuela-
dc.contributor.authorFonseca, Susana-
dc.contributor.authorPinheiro, Rita-
dc.date.accessioned2026-04-14T11:07:16Z-
dc.date.available2026-04-14T11:07:16Z-
dc.date.issued2013-
dc.identifier.citationVelho, M. V., Fonseca, S., & Pinheiro, R. (Eds.). (2013). Estratégias inovadoras para desenvolver alimentos mais saudáveis. Instituto Politécnico de Viana do Castelo. http://hdl.handle.net/20.500.11960/4915pt_PT
dc.identifier.isbn978-84-940022-3-6-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/20.500.11960/4915-
dc.description.abstractA população está cada vez mais consciente de que uma boa alimentação combinada com exercício físico regular ajuda a prevenir doenças e a melhorar tanto o bem-estar físico como o mental [1,2]. Uma dieta equilibrada, cujo modelo mais reconhecido é o da «dieta mediterrânica», permite o correto funcionamento fisiológico do organismo e ajuda a prevenir e a diminuir o risco de sofrer de certas doenças. No entanto, uma ingestão excessiva de alimentos muito energéticos, ricos em gorduras saturadas e hidratos de carbono e pobres em fibra, assim como alimentos com um elevado teor em sódio, podem aumentar a incidência de determinadas doenças, principalmente as cardiovasculares. A combinação de hábitos alimentares pouco saudáveis com um estilo de vida sedentário contribuiu para o incremento da prevalência de certas doenças crónicas e de transtornos relacionados com a alimentação (doenças cardiovasculares, hipertensão, obesidade, diabetes, osteoporose, doenças dentais e alguns tipos de tumor, entre outros) [3-6]. Normalmente, não existe uma relação direta de causa-efeito entre estas doenças e a alimentação, mas considerase um dos fatores que contribui para aumentar o risco de ocorrência e desenvolvimento das ditas doenças. Calcula-se que 80 % dos casos de doenças cardiovasculares, 90 % dos casos de diabetes tipo 2 e 33 % dos tumores poderiam ser evitados, teoricamente, se a população seguisse uma boa prática no que se refere à alimentação, à ingestão de álcool, à realização de atividade física e ao tabagismo [7]. Perante estas evidências, a Organização Mundial da Saúde (OMS) [7,8], conjuntamente com a Comissão Europeia [9] e os governos dos Estados membros da União Europeia, já assinalaram a nutrição e a promoção de bons hábitos alimentares como fatores determinantes para a prevenção e redução da incidência destas doenças.pt_PT
dc.language.isoporpt_PT
dc.publisherInstituto Politécnico de Viana do Castelopt_PT
dc.relationFOODSME-HOP (SOE/P1/E299)pt_PT
dc.rightsopenAccesspt_PT
dc.titleEstratégias inovadoras para desenvolver alimentos mais saudáveispt_PT
dc.typebookpt_PT
dc.peerreviewednopt_PT
dc.identifier.urnhttp://hdl.handle.net/20.500.11960/4915-
Aparece nas colecções:CISAS - Livros
ESTG - Livros
IPVC - Livros

Ficheiros deste registo:
Ficheiro Descrição TamanhoFormato 
Estrategias inovadoras para desenvolver alimentos mais saudaveis.pdf4.03 MBAdobe PDFVer/Abrir


Todos os registos no repositório estão protegidos por leis de copyright, com todos os direitos reservados.